CLUBE FUNDADO EM 10/05/1960

CLUBE FUNDADO EM 10/05/1960

PLANTEL 2025-2026

Presidente

Gustavo Figueiredo

Diretor

João Norte

Januário Sousa

Francisco Aragão

Tesoureiro

Sérgio Nuno

Treinador

Guerra

Treinador Adjunto

Rui Belinha

 

Guarda Redes

1

Rui Oliveira

 

Defesas

4

André Belinha

5

Alex

6

Januário Sousa

7

Rui Belinha

18

Rodrigues

22

Becas

25

Pedro Oliveira

33

Carlos Gomes

55

Filipe

76

Hélder Gomes

 

Médios

3

Luís Faneca

16

Manuel Joaquim

21

Henrique Araújo

24

Chico

30

Paulinho

31

Zé Manel

50

Dani

79

Samu

 

Avançados

10

Guerra

11

Carlos Mendes

17

Zé Américo

19

Manecas

20

Sérgio Nuno

88

João Norte

 

Consultor de arbitragem

Américo Ferreira

CALENDÁRIO 2025-2026

 

 

Calendário e Resultados da época 2025/2026:

 

J

V

E

D

G+

G-

28

12

13

3

49

35


Agosto

Setembro

06-09-25

Silvalde

1

CD Paços Brandão

2

13-09-25 J

Viseu e Benfica

2

CD Paços Brandão

3

20-09-25 

CD Paços Brandão

3

S. Vicente Pereira

1

27-09-25 

CD Paços Brandão

0

Guisande

0

Outubro

11-10-25 J

Airães

1

CD Paços Brandão

4

18-10-25 

Avintes

1

CD Paços Brandão

2

25-10-25

Rio Meão

1

CD Paços Brandão

1

Novembro

08-11-25 

Amigos Gondomar

1

CD Paços Brandão

2

15-11-25 J

Condeixa

2

CD Paços Brandão

1

22-11-25 

CD Paços Brandão

3

Juniores 92-93

0

Dezembro

06-12-25 J

CD Paços Brandão

1

Ançã

1

13-12-25

Cristelo

1

CD Paços Brandão

1

Janeiro

17-01-26 

CD Paços Brandão

1

Campanhã

1

31-01-26

CD Paços Brandão

3

Juristas Porto

2

Fevereiro

21-02-26 J

CD Paços Brandão

2

Condeixa

1

28-02-26

CD Paços Brandão

0

Rio Meão

2

Março

07-03-26 

CD Paços Brandão

2

Avintes

2

21-03-26 J

Ançã

2

CD Paços Brandão

2

28-03-26 

CD Paços Brandão

2

Amigos Gondomar

1

Abril

11-04-26

Juristas Porto

1

CD Paços Brandão

1

18-04-26 J  

CD Paços Brandão

3

Viseu e Benfica

1

25-04-26

CD Paços Brandão

1

Silvalde

1

Maio

02-05-26 J  

CD Paços Brandão

2

Airães

2

16-05-26

Campanhã

1

CD Paços Brandão

3

23-05-26  

CD Paços Brandão

2

Cristelo

2

Junho

13-06-26

S. Vicente Pereira

1

CD Paços Brandão

1

20-06-26

CD Paços Brandão

1

Guisande

3

Julho

GOLOS

Melhor marcador

Golos

Chico

10

Paulinho

7

Sérgio Nuno

7 (1p)

Carlos Gomes

3

Henrique Araújo

3

Luís Faneca

2 (1p)

Manuel Joaquim

2

Zé Manel

2

Pedro Oliveira

2

João Norte

2

André Belinha 

2

Carlos Mendes

1

Samu

1

Dani

1

Guerra

1

Filipe

1

Hélder Gomes

1

 

Autogolos

1

ASSISTÊNCIAS PARA GOLO

Melhor assistente 

Ass.

Dani

5

Pedro Oliveira

4

Zé Manel

3

Sérgio Nuno

3

Rui Oliveira

3

Carlos Mendes

3

Samu

2

Luís Faneca

2

Januário

2

Paulinho

2

Zé Américo

1

Manuel Joaquim

1

Chico

1

Henrique Araújo

1

André Belinha

1

terça-feira, 15 de abril de 2025

Atlético Rio Tinto (5) - CD Paços Brandão (2)


Na sempre difícil deslocação a Rio Tinto, o Paços Brandão foi derrotado por 5-2, num jogo em que quase tudo correu mal, desde os pouco jogadores que se disponibilizaram para jogar, aos erros individuais que levaram a sofrer golos, às lesões que fizeram com que a equipa acabasse de rastos e a jogar apenas com 10 jogadores...

O Atlético Rio Tinto chegou à vantagem cedo no jogo, em dois lances muito rápidos que penalizaram uma defesa brandoense mais estática e descoordenada, que demorou a acertar na marcação. Ainda se pediu fora de jogo nos dois lances, mas as queixas não foram atendidas e aparentemente os dois golos foram legais. Nesta fase inicial o Paços Brandão tinha dificuldade em articular o jogo, não conseguia dar sequer a sensação de ser perigoso e antecipava-se que o Atlético poderia avolumar o placard. Depois de conseguir assentar o jogo, o Paços lá foi chegando cada vez mais perto da baliza do Atlético, e numa dessas incursões, Paulinho cruzou para Sérgio Nuno no coração da grande área fazer golo de cabeça. O treinador Rui Belinha começou a mexer na equipa, fazendo rodar os jogadores (só 12 disponíveis), e com a entrada de Samu para o flanco esquerdo, a equipa ficou bem mais equilibrada e com mais soluções na saída de bola. Ao intervalo o resultado era de 2-1.

Na segunda parte Rui Belinha não mudou a estrutura, mas a equipa parecia mais focada e organizada, fechando espaços e procurando as melhores soluções no ataque, mas faltava quem fizesse a ligação e a diferença para colocar os avançados em posição de fazer golo. No entanto, Filipe comprometeu ao falhar um corte e ao ser batido depois na disputa de bola com o avançado do Atlético, que cruzou para um golo fácil de um seu companheiro. Pouco depois, o lance que poderá ter decidido definitivamente o jogo, pois o jogador do Atlético parte claramente em fora de jogo e assiste um companheiro para um belo golo com um golpe de cabeça, colocando o resultado em 4-1. Quando Sérgio Nuno reentrou no jogo, o Paços voltou a criar lances de perigo, e desperdiçou quatro golos cantados, quando Paulinho e Samu por duas vezes cada um, frente a frente com o guarda redes não foram capazes de fazer golo nem assistir os companheiros em posição para o fazer. O suicídio acabou por acontecer quando já em inferioridade numérica por lesões de Hélder Gomes e Filipe, Rui Oliveira tentou adivinhar um cruzamento e saiu da baliza, e sofreu um golo cheio de intenção e ratice do jogador do Atlético. A perder por 5-1 e sem nada a perder, o Paços ainda reduziu por João Norte a desviar à boca da baliza uma recarga de Paulinho que o guarda redes defendeu por duas vezes.

Derrota justa por números exagerados.

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Cabeceirense (2) - CD Paços Brandão (2)





O Paços Brandão foi a Cabeceiras de Basto arrancar um empate a dois golos, num jogo em que esteve a perder por 1-0 na primeira parte, viu dois golos anulados ao seu adversário e na segunda parte conseguiu dar a volta ao marcador, mas acabou por consentir o empate com que se chegou ao fim do jogo. Foi um duelo aguerrido, em que Rui Belinha escalou a equipa num 4x3x3.

O Cabeceirense dominou a primeira parte, circulou a bola com segurança e rapidez, e criou sempre muito perigo pela sua asa direita. Samu via-se e desejava-se para segurar os dois jogadores que ocupavam esse espaço, e sistematicamente ganhavam a linha de fundo ou então faziam diagonais para o centro, infiltrando-se na zona de finalização, libertando depois esse espaço por onde canalizavam grande parte do volume ofensivo para a segunda vaga de ataque. A equipa da casa foi construindo oportunidades de golo em bom ritmo, pelo contrário a equipa brandoense foi sempre curta no ataque e só por duas vezes podia ter chegado ao golo, mas em ambas ocasiões a finalização foi má. 

Na segunda parte o Paços demorou a entrar no jogo, e conseguiu mesmo virar o resultado, com dois golos magistrais de chapéu de Manecas. O primeiro golo de chapéu foi a passe de Manuel Joaquim e o segundo, um chapéu de aba larga a uns 30 m da baliza a passe de Rui Oliveira, contando com um corte falhado do defesa central. O Cabeceirense viu-se a perder e logo recolocou em campo as unidades mais perigosas que tinham saído para repousar, e o efeito dessa medida não se fez esperar quando restabeleceu o empate precisamente por um desses jogadores numa rápida e simples jogada ao primeiro toque que isolou o jogador da equipa visitada. Até ao fim o Paços Brandão ainda podia ter alcançado o terceiro golo, mas a pontaria de Manuel Joaquim não estava afinada. Também podia ter sofrido o golo da derrota mas Rui Oliveira impediu-o com um bom par de defesas. De lamentar a lesão de Miguel Manecas, já perto do fim do jogo.

Empate que se aceita, no entanto a haver um vencedor justo, esse seria certamente o Cabeceirense.



quinta-feira, 3 de abril de 2025

CD Paços Brandão (1) - Fafe (3)


Desperdício inicial penaliza Paços Brandão, e o Fafe vence o jogo com uma segunda parte onde materializou em golos a sua superioridade.

O Paços Brandão foi superior na primeira parte, esteve competente na ocupação dos espaços, foi paciente na circulação da bola, dominou o jogo mas sem grande pontaria. O perigo acontecia quase sempre pelas faixas laterais, mas as boas oportunidades criadas foram desperdiçadas. O Fafe colocava muita gente no meio, fazia alguma contenção e não conseguia chegar à grande área de Rui Oliveira, a não ser através de cruzamentos e  remates de inofensivos de longe. O intervalo era penalizador para a equipa da casa que justificava pelo menos a vantagem mínima.

Como em tantas outras ocasiões o intervalo não fez bem ao Paços Brandão. Tudo começou com o primeiro golo sofrido. Zé Manel perdeu a bola no meio campo, não esboçou reação para recuperar a bola ou impedir a progressão do adversário, que aproveitou a passividade e má colocação da equipa brandoense para combinar com um companheiro na direita do ataque e finalizar depois na grande área com demasiado à vontade. Ferido, reagiu o Paços de imediato, com Samu a ir à linha de fundo cruzar para uma finalização oportuna de Januário ao segundo poste. Foi sol de pouca dura. Hélder Gomes complicou, atrapalhou-se e não cobriu bem a bola, não atrasou para Rui nem aliviou para longe e o avançado do Fafe nas suas costas fez um golo de chapéu fácil. A perder, Guerra colocou mais homens de ataque mas o meio campo ficou despovoado, aproveitando-se disso o Fafe para fazer o terceiro golo, num remate de longe e assegurar a vitória, e o controlo do jogo até ao fim do mesmo.

Boa terceira parte no Restaurante Coffee Time.






sábado, 22 de março de 2025

CD Paços Brandão (1) - Cristelo (2)

O Paços Brandão recebeu a equipa do Cristelo e foi derrotada justamente por 2-1, num jogo realizado sob condições atmosféricas muito difíceis, com muito frio, chuva intensa e até granizo, que levou a que o jogo fosse dado por concluído aos 25 minutos da segunda parte.

A primeira parte foi sempre dominada pela equipa visitante que se adaptou melhor às condições do terreno, mas foram poucas as oportunidades de golo que construiu. Apesar disso chegou à vantagem num cruzamento que foi bem finalizado pelo avançado do Cristelo, que apareceu sozinho na área a beneficiar da apatia da defesa brandoense. O Paços Brandão na primeira parte limitou-se quase tão somente a defender, não conseguindo circular a bola, nem ligar o jogo, pois muito facilmente perdia a bola perante a pressão adversária ou através de passes falhados.

Com as alterações produzidas na equipa para a segunda parte a equipa melhorou, mas o Cristelo viria a marcar o segundo golo num mau alívio de Manuel Joaquim, que fez com que a bola sobrasse para um jogador adversário, que rematou à baliza, mas o remate sofreu um desvio e bateu Rui Oliveira. Pouco tempo depois o Paços Brandão reduziu através de um autogolo, mas o jogo foi interrompido devido ao mau tempo e não foi reatado.

Fraco jogo da equipa brandoense, sendo que as condições atmosféricas e do campo não são justificação para tudo. Resultado justo. Será preciso jogar muito melhor para vencer o Fafe no próximo jogo. 

terça-feira, 11 de março de 2025

Joane (2) - CD Paços Brandão (3)

A aposta num sistema híbrido 3x4x3 foi motivada pelas características dos jogadores disponíveis, e a resposta dada na primeira parte foi muitíssimo positiva, com a equipa brandoense a jogar um futebol bem organizado, bem apoiado e aguerrido.

Não surpreendeu que o Paços chegasse à vantagem, por Paulinho num magnífico chapéu depois de se ter isolado a passe de Sérgio Nuno na sequência de uma bela transição. O domínio brandoense era inspirador, e os lances de golo iam surgindo a bom ritmo, e Paulinho, por vezes deslumbrado, ficou a dever a si próprio mais dois ou três golos. Num pontapé de canto marcado por Hélder Gomes, André Belinha de cabeça aproveitou uma saída em falso do guarda redes para fazer o 2-0 com que se chegou ao intervalo. Resultado escasso para o que as duas equipas produziram.

Na segunda parte a equipa do Joane acordou para o jogo, e entrou mais acutilante e dinâmica, com mais chegada à baliza defendida por Rui Oliveira. Fruto das alterações introduzidas pelo Mister Rui Belinha para rodar os jogadores, o Paços Brandão não conseguia nesta altura ter bola nem sair para o ataque com perigo. O Joane reduziu para 1-2 num espetacular remate de fora da área com a bola e entrar junto ao ângulo superior da baliza. Depois de estabilizar e fazer algumas correções, o Paços Brandão voltaria a serenar e a repor a diferença de dois golos no marcador. Henrique Araújo em boa posição permitiu a defesa do guarda redes do Joane, mas na recarga assistiu de calcanhar para Sérgio Nuno marcar sem oposição. Ainda antes do final, o Joane voltaria a conseguir reduzir para 2-3, mas não haveria tempo para muito mais.

Vitória justa

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

CD Paços Brandão (0) - Amigos da Bola Gondomar (2)


A equipa de Gondomar foi a Paços Brandão vencer por 2-0 e acentuou a mini crise brandoense (3 jogos sem vencer, um parcial de 0-7 nos dois últimos jogos e um futebol com muitos erros e sem garra).

Num jogo de domínio da equipa da casa, os forasteiros mostraram mais eficácia. Numa primeira parte praticamente de sentido único, o Paços Brandão rematou muitas vezes à baliza, fez muitos cruzamentos, teve muitos cantos a favor mas não teve qualquer aproveitamento. 

A segunda parte foi mais equilibrada, o Paços Brandão tinha demasiadas unidades atacantes em campo e um meio campo despovoado, e disso se aproveitou a equipa dos Amigos da Bola Gondomar, que se mostrou letal na primeira vez que chega à baliza do Paços Brandão, a aproveitar uma transição rápida depois após uma falta perto da sua área. Pouco depois, num pontapé de muito longe aumentou a contagem, dilatando o resultado para 2-0. O Paços Brandão procurava o golo que pudesse relançar a partida mas foi muito perdulário na finalização.

Resultado penalizador.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

CD Paços Brandão (0) - ARC Paçô (5)


O Paços Brandão sofreu um knockout e caiu aos pés da equipa de Paçô, dos Arcos de Valdevez, que venceu a equipa brandoense por 5-0, sem apelo nem agravo.

Todo o jogo da equipa do Paços Brandão foi errático. E começou logo antes do início jogo com os  jogadores a não respeitarem a hora do encontro no balneário, dificultando a constituição da equipa. 

O Paços Brandão entrou mal, desorganizado, lento e pouco afoito, e foi castigado com dois golos quase iguais a castigarem um erro individual de Henrique e a demasiada frouxidão na abordagem aos lances de perigo na aproximação à grande área pelos jogadores adversários.

Na segunda parte, depois de alguns reposicionamentos táticos, o Paços Brandão melhorou mas foi sol de pouca dura. Continuaram as falhas de marcação e contra uma equipa rápida na movimentação, as situações de perigo foram acontecendo com naturalidade, e assim o ARC Paçô conseguiu mais 2 golos em boas jogadas, e um outro a penalizar mais um erro individual, desta feita de Becas. Para culminar uma exibição para esquecer, Dani falhou ainda um penálti. 

Foi um perfeito dia não do Paços Brandão, frente a um excelente adversário que merece muito respeito, pelo organização tática, pela qualidade técnica e forma física.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

CD Paços Brandão (2) - Atlético Rio Tinto (2)


Jogo muitíssimo disputado, e que parecia que ia ter um final feliz para o Paços Brandão, acabou com um amargo de boca para os homens da casa, com dois golos do Atlético Rio Tinto nos últimos 10 minutos.

Na primeira parte a equipa visitante esteve por cima do jogo até aos 25 minutos, com mais posse de bola, sem no entanto conseguir oportunidades claras de golo. Após este período, o Paços Brandão primeiro equilibrou o jogo, para depois fazer sucumbir o Atlético Rio Tinto já perto do intervalo, com dois golos de rajada, o primeiro por André Belinha a desviar ao segundo poste um canto marcado por Pedro Oliveira e o segundo por Zé Américo, de penálti, a castigar uma falta sobre Sérgio Nuno.

Na segunda parte o Atlético Rio Tinto pressionou sempre muito alto e encostou o Paços Brandão à sua linha defensiva. A equipa brandoense não conseguia sair a jogar, nem as suas unidades atacantes tinham capacidade para segurar o jogo. Apesar das constantes ameaças, o golo não acontecia e a vitória do Paços estava ao virar da esquina, até que o avançado do Atlético foi deixado à solta e em pouco tempo fez dois golos de cabeça.

Boa arbitragem.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

CD Paços Brandão (3) - Estrelas Vermelhas de Silvalde (0)

 



Com tranquilidade e sem sustos, o Paços Brandão venceu a vizinha equipa do Silvalde por escassos 3-0, tantas e tão claras foram as oportunidades de golo desperdiçadas. 

Foi um jogo de sentido único. Desde o início que a equipa da casa controlou o jogo, circulando a bola com segurança, falhando apenas na decisão final por falta de discernimento no último passe. O Silvalde adotou uma postura defensiva, pois encontrou sempre dificuldade em sair da sua linha mais recuada. A persistência brandoense acabaria por dar frutos quando Guerra de cabeça, no sítio certo, após uma série de ressaltos na sequência de um pontapé de canto, inaugurou o marcador. Motivada pela vantagem, a equipa do Paços Brandão carregou no acelerador para chegar ao segundo golo, que não tardou em acontecer. Jogada de Paulinho pela esquerda, passe para Becas que assiste Carlos Gomes para um improvisado remate rasteiro à meia volta. O intervalo chegou com o resultado em 2-0.

Na segunda parte a tendência do jogo não se alterou. O Paços Brandão manteve o controlo do jogo e o Silvalde ia resistindo como podia. Mérito para o Silvalde, que com maior ou menor dificuldade ia neutralizando as investidas do Paços Brandão e conseguindo retardar o terceiro golo. Pelo contrário, demérito para os homens da casa, que foram desperdiçando golos, alguns de forma escandalosa. Quem não falhou foi André Belinha, que na sequência de um pontapé de canto cobrado por Samu aproveitou uma falha de marcação para finalizar de cabeça com precisão. Foi pouca parra para tanta uva.

Vitória natural e incontestável. De lamentar apenas as lesões de Sérgio Nuno, que abandonou o jogo com desconforto muscular, e de Zé Manel com muitas queixas na grade costal depois de um choque com um adversário. Esperemos que os dois recuperem bem e rápido. Um agradecimento ao Sérgio Nuno e ao Chico, que altruisticamente foram os guarda redes de serviço na ausência de Rui Oliveira.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

CD Paços Brandão (4) - Condeixa (1)

O Paços Brandão recebeu e venceu a equipa dos veteranos A sapatilha de Condeixa, por 4-1, num jogo em que a equipa brandoense foi superior em ambas partes, justificando perfeitamente a vitória.

Numa primeira parte fria e a ameaçar chuva, o ritmo de jogo foi bastante rápido, e o golo ia sendo retardado pelas boas intervenções do guarda redes do Condeixa, face às investidas dos jogadores do Paços. O carrossel brandoense estava bem montado, assente na superior gestão dos momentos de ataque por Dani e Zé Manel, que faziam girar o jogo à sua volta. O Paços Brandão adiantou-se no marcador por Manuel Joaquim a desviar de primeira, após uma excelente solicitação de Dani, que o colocou cara a cara com o guarda redes. A verdade é que o Condeixa empatou o jogo pouco tempo depois, golo caído do céu, num remate forte e super espontâneo que deixou Rui Oliveira pregado ao chão. No entanto o Paços Brandão soube responder ao golo do empate, e antes do intervalo João Norte reagiu mais rápido do que todos a uma defesa incompleta do guarda redes do Condeixa a remate de Samu e encostou de cabeça para a baliza deserta, redimindo-se de um falhanço escandaloso minutos antes à boca da baliza.

Na segunda parte a equipa da casa consolidou o seu domínio, com a obtenção de mais dois golos e uns outros tantos desperdiçados. O 3-1 aconteceu numa boa jogada coletiva, com Sérgio Nuno a investir e provocar o desequilíbrio sobre a direita, projetando Hélder Gomes que cruzou para a finalização segura de Zé Américo. A favor da corrente do jogo o Paços Brandão fez o quarto golo na sequência de um pontapé de canto e após vários ressaltos, Zé Américo bisou sobre a linha de golo. O Condeixa não criou grandes ocasiões de golo, salvo quando o marcador do golo na primeira parte quase repetia a façanha e acertou com estrondo no poste. Tudo corria bem ao Paços Brandão, e o resultado espelha bem a superioridade patenteada neste jogo, em que foram 20 as opções disponíveis para o Mister Guerra colocar em campo.

A terceira parte aconteceu pela primeira vez no Coffee Time e pareceu ser do agrado de todos.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

CD Paços Brandão (6) - Avintes (2)



O Paços Brandão protagonizou uma notável reação contra o Avintes, vencendo por 6-2, graças a uma espetacular segunda parte, onde a equipa foi capaz de momentos de grande qualidade e eficácia, após estar a perder por 0-1 ao intervalo.

Na primeira parte o Paços Brandão teve dificuldades para impor o seu jogo, e foi o Avintes que chegou à vantagem a castigar a má coordenação entre Rodrigues (demasiado aberto na linha) e os centrais esquerdinos, pouco rotinados na posição, Becas e Pedro, ultrapassados pela rapidez na desmarcação e passe para uma finalização do avançado do Avintes à boca da baliza. O Paços Brandão até conseguiu fazer circular a bola, mas nunca com a rapidez suficiente para provocar desequilíbrios, nem através de rasgos individuais, nem sequer em lances de bola parada. No único lance de verdadeiro perigo, mesmo antes do intervalo, Manuel Joaquim teve uma soberana chance de empatar mas incrivelmente o desvio ao primeiro poste na pequena área saiu ao lado da baliza.

O intervalo fez bem ao Paços Brandão, que reentrou na partida com a firme intenção de virar o resultado. Manecas, a passe de Chico, rematou de fora da área ao ângulo, obtendo um golo espetacular. Motivados pelo golo, os jogadores brandoenses não abrandaram na procura da reviravolta, e Zé Manel, a passe de Bino, rematou de fora da área fazendo também ele um golo de belo efeito. Atarantados com a dinâmica do Paços Brandão, e completamente descortinados na tentativa de jogar em fora de jogo, o Avintes via-se completamente incapaz de impedir as constantes ameaças e Bino em excelente jogada individual isola Paulinho que sem dificuldade fez o terceiro golo. Na resposta, o Avintes reduziu para 2-3, numa jogada quase tirada a papel químico do primeiro golo, mas desta vez pelo flanco contrário, sendo que foi Paulinho desta vez a ser ultrapassado. Quase sem tempo para respirar, o jogo continuava eletrizante, e logo após o golo do Avintes, Bino obteve o primeiro dos seus dois golos, num remate rasteiro cruzado a passe de Chico e o segundo logo a seguir, a picar a bola sobre o guarda redes, após ter sido isolado por Sérgio Nuno. O Avintes enviou uma bola ao poste num fantástico pontapé livre que deixou Rui Oliveira pregado ao chão. Em cima do apito final, Henrique Araújo assistido por Paulinho remata à barra, e o defesa do Avintes interrompe o jogo agarrando a bola com a mão na grande área reclamando fora de jogo (completamente inexistente, mais uma vez a linha defensiva encontrava-se desalinhada), e Guerra chamou a si próprio a responsabilidade de converter a grande penalidade e não desperdiçou, fazendo o 6-2 final.

A vitória do Paços Brandão foi inteiramente justa pela grande resposta que a equipa deu na segunda parte. O Avintes foi demasiado curto nesse período, pagando caro pelo desacerto defensivo e pelo suicídio em tentar jogar em fora de jogo contra jogadores mais rápidos quando a própria equipa já estava em défice físico.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Palmeiras (1) - CD Paços Brandão (1)

 


Num fim de tarde muito frio, o duelo entre Palmeiras e Paços Brandão resultou num empate a 1 golo.

A equipa do Palmeiras adiantou-se muito cedo no marcador, numa bola metida entre o central e o lateral direito que colocou o avançado da equipa da casa em boa posição e com uma finalização que não deu hipótese ao guarda redes Sérgio Nuno. As equipas entregavam-se ao jogo, todos os lances eram disputados e os jogadores punham o pé, mas o ritmo era um pouco pausado, até pelas várias pausas por lesões e toques. O Paços procurou reagir e podia ter chegado ao empate por Dani mas o guarda redes impediu com uma boa defesa, e pouco depois Paulinho em boa posição não finalizou nem assistiu João Norte que se encontrava em excelente posição. Até ao intervalo o jogo parecia bloqueado, com as equipas encaixadas e sem rasgos individuais ou ações coletivas capazes de o desbloquear.

O Paços Brandão cresceu e muito na segunda parte. Bem organizado defensivamente, com uma frente de ataque mais alargada e aberta sobre o relvado, a aproveitar bem a velocidade de Samu, Bino e Paulinho, com as deambulações de Manecas e a cobertura de Carlos Gomes, as ocasiões de golo sucediam-se, e a equipa brandoense chegou mesmo ao golo do empate por Bino, num espetacular remate em arco de longa distância a aproveitar um mau passe do defesa do Palmeiras e o guarda redes fora da baliza. o Paços Brandão parecia sufocar o Palmeiras. Dani e Henrique Araújo falharam de forma incrível golos à boca da baliza, ambos em  cruzamentos teleguiados da ala esquerda. As ações ofensivas do Paços continuavam a encostar o Palmeiras às cordas, e os remates de Manecas e os cabeceamentos de Bino não tiveram a melhor direção. Perto do fim do jogo João Norte foi derrubado pelo guarda redes mas o árbitro nada assinalou.

Resultado injusto pela grande segunda parte do Paços Brandão. O Palmeiras neste período não teve nenhum lance de perigo e Sérgio Nuno jogou a líbero.

A terceira parte foi de grande qualidade, assente um grande convívio entre duas equipas amigas e que se estimam, e assim o demonstraram.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

CD Paços Brandão (0) - Cabeceirense (3)


Tal como a fotografia documenta, há uma sombra negra sobre a pairar sobre a equipa brandoense …

O Paços Brandão recebeu o Cabeceirense e perdeu de forma clara e inequívoca por 3-0, num jogo em que a equipa da casa só conseguiu resistir ao seu adversário na primeira parte, sendo que até foi o Paços a criar a primeira chance de golo, com Manecas a rematar à barra. A equipa forasteira mostrou-se sempre mais perigosa e mais objetiva, mas pouco a pouco a briosa ia conseguindo encontrar equilíbrios. Ironicamente, no melhor período do Paços Brandão a equipa de Cabeceiras de Basto chegou ao golo, numa perda de bola no meio campo atacante que apanhou a equipa brandoense descompensada e desposicionada, isolado o jogador do Cabeceirense ganha em velocidade a toda a gente e depois de passar por Rui Oliveira rematou para a baliza deserta. Golo, bola ao centro e final da primeira parte.

A segunda parte foi totalmente dominada pelo Cabeceirense, que foi amplamente superior ao Paços Brandão. Sem surpresa conseguiu chegar ao 3-0, com dois golos do mesmo jogador, rapidíssimo a ganhar o espaço e a isolar-se, uma vez em combinação coletiva e outra em jogada individual. Tal foi a superioridade  do Cabeceirense que podia ter alcançado um resultado mais volumoso.

A crise de resultados é real, nem tanto pelos resultados mas sim pelas exibições e atitude, que nem a falta de ânimo ou frescura física justificam…



sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Cristelo (0) - CD Paços Brandão (0)


Depois da derrota no passado sábado, o Paços Brandão voltou a marcar passo, ao empatar a zero contra o Cristelo. Para além do empate, o Paços também se viu privado de Dani, que se ressentiu logo no aquecimento, e de Paulinho e Hélder Gomes durante o decorrer da primeira parte e de João Norte na segunda, todos a contas com problemas físicos.

Foi um jogo equilibrado, com poucas oportunidades de golo nas duas balizas. Na primeira parte as primeiras oportunidades de golo pertenceram à equipa visitante, com destaque para os fantásticos cruzamentos de Pedro Oliveira, que Guerra, Carlos Gomes e Hélder Gomes não deram o melhor seguimento. Mas a equipa da casa também podia ter chegado ao intervalo em vantagem, através de um par de remates perigosos de fora da área.

A segunda parte foi mais ou menos igual à primeira, bem disputada mas com as defesas a superiorizarem-se aos ataques. Primeiro foi João Norte a estar perto do golo com um remate que saiu à malha lateral depois de mais um cruzamento de Pedro Oliveira. Respondeu a equipa da casa com várias aproximações perigosas à área brandoense. Destaque para uma grande oportunidade para a equipa da casa, mas Rui Oliveira fez a defesa da tarde. Perto do fim Sérgio Nuno isolou-se mas falhou na tentativa de chapéu. Dani ainda tentou dar o seu contributo na parte final do jogo, mas muito limitado, pouco conseguiu acrescentar.

Resultado justo, num jogo rijo e viril.



quarta-feira, 13 de novembro de 2024

ARC Paçô (4) - CD Paços Brandão (3)



Um golo tardio de grande penalidade da equipa do ARC Paçô derrotou o Paços Brandão, numa partida caótica e dramática, num frio fim de tarde em Arcos de Valdevez. Foi a perda de invencibilidade da equipa brandoense na presente época, e logo com uma derrota.

A equipa da casa entrou muito bem na partida, pressionante, agressiva e objetiva. Essa atitude, em total contraste com a da equipa do Paços, permitiu que a ARC Paçô se colocasse a vencer por 2-0 desde cedo. O primeiro golo foi mesmo um golo de levantar o estádio, num espetacular remate de raquete de primeira de fora da área, sem deixar a bola cair. O segundo golo acontece numa troca de bola que deixa o jogador da casa cara a cara frente a Rui Oliveira, depois de muitas facilidades dadas na cobertura do espaço e na pressão ao portador da bola. Na primeira parte a equipa do Paços Brandão foi demasiado curta para poder ferir a equipa da casa, que a vencer confortavelmente por 2-0, dominava as ações mas também não criava oportunidades de golo, ficando-se para além dos dois golos alcançados por alguns remates de longe e cruzamentos para a área, mas sem criar sensação de grande perigo.

Na segunda parte o jogo foi totalmente diferente. O Paços Brandão acelerou na vontade e alterou o esquema para 4x4x2, desfazendo o 4x3x3 inicial- A mudança demorou a surtir efeito, mas resultou, principalmente quando Dani marcou um grande golo, após jogada individual pelo flanco direito, reduzindo para 1-2. E aqui começa a vertigem no marcador. Primeiro foi Samu que desatento faz um mau atraso que foi intercetado por um adversário que depois assiste um seu companheiro no coração da grande área para um golo fácil. Na resposta e na sequência de um pontapé de canto, e após alguns ressaltos, a bola sobra para Sérgio Nuno que mais rápido do que todos faz o 2-3. Pouco tempo depois, e em novo pontapé de canto, Zé Américo ganhou na dividida com um defesa e guarda redes, e a bola sobrou para João Norte que faz o 3-3 à boca da baliza. E quando parecia que o jogo estaria de feição para a remontada brandoense a fazer lembrar o jogo contra o Santa Marta de Penaguião, e completamente contra a corrente do jogo, Henrique Araújo teve uma dupla má abordagem e comete falta para grande penalidade que não foi desperdiçada pela equipa minhota, que friamente fixou o resultado em 4-3.

Foi com um sentimento de desalento que a equipa brandoense terminou o jogo, pois poderia ter feito história se tivesse ganho (8 vitórias seguidas), e mesmo não o tendo conseguido, a derrota foi um castigo demasiado pesado, depois de ter conseguido recuperar da diferença de dois golos por duas vezes.

Arbitragem sem influência, dificultada pela grande entrega dos jogadores, agressivos mas sem maldade. A rever o constante protesto fácil dos jogadores das duas equipas e o melhor acompanhamento nos fora de jogo.

A terceira parte foi divertida e em clima de companheirismo e salutar convívio.


sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Amigos da Bola Gondomar (1) - CD Paços Brandão (2)

A história continua bonita. Manecas e Paulinho marcaram os golos que conduziram o Paços Brandão à sétima vitória consecutiva, igualando o melhor registo da equipa, num grande jogo.

Vitória justa do Paços Brandão, que soube ser mais eficaz do que o seu estreante adversário, e que estabeleceu o resultado final ainda na primeira parte. 

A primeira parte foi de domínio repartido, mas a equipa que conseguiu criar mais oportunidades de golo foi o Paços Brandão. Com uma frente de ataque muito móvel e dinâmica, secundada por um forte meio campo, o golo brandoense parecia uma questão de tempo. Pelo contrário, os Amigos da Bola circulavam a bola mas quase sempre em zonas longe da baliza de Rui Oliveira, exceto num contra ataque em que Rodrigues escorregou mas o jogador dos Amigos desperdiçou. O primeiro golo do jogo pertenceu a Manecas, num forte remate à entrada da grande área junto ao poste, a passe de João Norte, após jogada pela esquerda com intervenção de Paulinho. A equipa de Gondomar chegou ao golo do empate, num pontapé livre lateral e finalização em possível fora de jogo que não foi assinalado. Nesta fase do jogo o guarda redes da equipa da casa brilhava com algumas boas defesas, como por exemplo num remate de longe que defendeu para a barra e noutra ocasião em que defendeu um primeiro remate para a frente e ainda mergulhou rapidamente aos pés de João Norte para defender a recarga. Mas antes do intervalo esteve ligado ao golo do Paços, pois num pontapé livre de Manecas largou a bola que sobrou para João Norte que reagiu rápido e serviu Paulinho para fuzilar e fazer o -2-1 com que se chegou ao intervalo.

Foi preciso esperar pela segunda parte para que a equipa dos Amigos da Bola assumissem as despesas do jogo e assim foram empurrando o Paços, que tentava sair em contra ataques e procurava esticar o jogo até à grande área contrária. Em lances de bola parada o Paços Brandão ia criando sempre muito perigo. Em abono da verdade a equipa gondomarense apesar do maior domínio não teve nenhuma oportunidade clara para fazer golo, ao contrário do Paços que por Henrique Araújo podia ter feiro o terceiro. Manecas esteve endiabrado durante todo jogo, Dani e Zé Manel enquanto tiveram energia encheram o meio campo, André Belinha e Filipe foram imperiais no eixo da defesa, e Rui Oliveira ofereceu sempre segurança e tranquilidade em todas as suas ações, Guerra esteve sublime na leitura do jogo e todos os outros jogaram com alegria, compromisso e objetividade, o que permitiu uma exibição coletiva excelente e que permite que a equipa entre no mês de Novembro só com vitórias e uma moral inatacável.

Vamos com toda a força para arcos de Valdevez em 9 de Novembro?

domingo, 20 de outubro de 2024

CD Paços Brandão (2) - Rio Meão (1)

Não há duas sem três vezes, que é como quem diz, não há 5 sem 6, e o Paços Brandão vai numa sequência de 6 vitórias consecutivas. Difícil mas não é inédito. Em 2016/2017 tivemos um desempenho incrível, com muitas vitórias consecutivas. Nessa época tivemos uma sequência de 7 vitórias seguidas e duas sequências de seis jogos sempre a vencer. Também na época de 2017/2018 tivemos uma sequência de seis jogos sempre no verde. Vamos igualar a melhor sequência para a semana em Gondomar?

Jogo entre duas equipas amigas, vizinhas e rivais, que se ofereceram ao jogo e dele disfrutaram.

A primeira parte foi dividida, jogada num ritmo moderado, sem que nenhuma equipa se conseguisse impor à outra. O Rio Meão adiantou-se no marcador através de um pontapé livre frontal, executado de forma irrepreensível com um remate ao ângulo, sem hipóteses de defesa para Rui Oliveira. O Paços Brandão podia ter empatado por Samu, mas isolado permitiu a defesa do guarda redes. O Rio Meão podia ter dilatado o marcador, com um grande remate que bateu com estrondo na barra e ressaltou para fora da baliza. O jogo mantinha as características iniciais, com uma intensidade que permitia que as equipas se organizassem e assim era difícil criar grandes ocasiões de golo. Ainda assim, Paulinho e novamente Samu podiam ter chegado ao golo do empate, mas ambos em boa posição remataram ao lado. Antes do intervalo, Dani restabeleceu o empate, num pontapé livre que sofreu um ligeiro ressalto que deixou o guarda redes sem reação. E em cima do apito para o intervalo, Dani conquistou a bola à entrada da área e rematou em arco para a bola sair a rasar o poste. 

A segunda parte disputou-se num ritmo mais elevado, com as duas equipas a emprestarem ao jogo grande entrega e atitude. O Paços Brandão conseguiu adiantar-se no marcador por João Norte, em lance de insistência. Mérito para o guarda redes que lhe saiu aos pés para evitar o golo, a bola sobrou para Manecas e o guarda redes tornou a defender, até que  João Norte conseguiu esticar-se e rematar à meia volta e fazer golo. A vencer, o Paços Brandão procurava controlar o jogo e circular a bola com mais critério e encontrar as melhores soluções no ataque, principalmente com bolas colocadas entre os centrais e laterais. Desta forma teve várias oportunidade de golo, mas por vezes os seus jogadores em excelente posição pareciam deslumbrados e falharam golos cantados. Becas, Januário (por duas vezes), Paulinho, Guerra, Manecas e Dani podiam ter colorido o placard. A perder pela margem mínima o Rio Meão parecia ter mais energia e capacidade física, e foi encostando a equipa da casa, que mesmo assim foi sempre fechando os caminhos da baliza de forma eficaz. E quando assim não foi, era Rui Oliveira que o fazia e o mesmo brilhou ao impedir o golo que daria o empate ao Rio Meão num espetacular vôo a desviar para canto uma bola com selo de golo. 

Vitória difícil mas justa, boa réplica do Rio Meão num jogo que acabou com um lanche convívio entre as duas equipas.



Condeixa (0) - CD Paços Brandão (3)

*Crónica do jogo da autoria de Sérgio Nuno

Dia de muito calor, jogo entre equipas simpáticas que não criaram confusões e que deixaram jogar.

Primeiros vinte minutos com jogo confuso e muitas perdas de bola das duas equipas. Após a pausa para hidratação, o Paços Brandão tomou conta do jogo e criou algumas oportunidades, conseguindo chegar ao golo por intermédio de Rui Belinha, num grande cabeceamento em canto bem marcado por Samu.

Na segunda parte o Condeixa fez várias alterações na equipa e fruto de uma maior frescura física teve mais domínio na fase inicial, com muitas aproximações perigosas à área do Paços. A equipa brandoense estava muito limitada, pois só tinha 2 suplentes e ia tentando suster os ímpetos adversários até que Dani dá alguma tranquilidade ao fazer o 2-0 num remate a 30m da baliza. Poucos minutos volvidos foi André Belinha a dominar de peito e rematar de pé direito para fazer o 3-0, num livre marcado por Dani. Nos últimos 20 minutos Rui Belinha mostrou ser um grande treinador e com uma visão acima da média. Mudou a tática e colocou mais um elemento no meio campo e o jogo passou a ser controlado pelo Paços, havendo períodos em que o Condeixa está muito tempo ser sequer tocar na bola.

Vitória justa, grande exibição coletiva.

Terceira parte TOP. 


quinta-feira, 3 de outubro de 2024

CD Paços Brandão (2) - Joane (1)

Depois de um interregno de praticamente 6 anos, Paços Brandão e Joane voltaram a defrontar-se. Foi bom voltar a rever caras conhecidas e amigos de longa data. Nos últimos dois jogos em que se defrontaram, o Paços venceu fora em Joane por 1-0 (11/2018) e em casa, no 1º torneio brandoense (10/2017) também tinha vencido o Joane por 2-0. Passado o tempo da pandemia e alguns desencontros de calendário, eis-nos novamente a jogar e competir amigavelmente.

A primeira parte pertenceu à equipa da casa, sem exercer um domínio avassalador, mas com mais chegadas à grande área, mais cruzamentos e mais remates. Zé Américo lançado em boa posição por João Norte rematou com estrondo à barra, para depois as situações se inverterem mas João Norte foi agarrado à entrada da área. O primeiro golo da tarde pertenceu a Paulinho num pontapé livre direto frontal a contar com a ajuda do guarda redes para fazer o 1-0. Na resposta o Joane conseguiu o empate num bom desvio de cabeça que bateu o improvisado guarda redes Pedro Oliveira, irmão do original, mas também teve bons pormenores. Em cima do apito para o intervalo, Chico ganha na raça, e isola Paulinho que descaído sobre a esquerda remata rasteiro para golo, ficando novamente mal na fotografia o guarda redes joanino.

A segunda parte foi jogada num ritmo mais lento, com alternância na tentativa de controlo do jogo, mas com a equipa forasteira a ter ligeiramente mais iniciativa. As investidas do Joane foram sendo travadas pela defesa brandoense, que sentia especial perigo quando o extremo esquerdo da equipa do Joane embalava perigosamente pelo flanco, mas as compensações dos defesas centrais Filipe e André Belinha na ajuda ao lateral direito Henrique não permitiam males maiores. Também na lateral esquerda Pedro Oliveira tinha de estar sempre muito atento, pois apareciam sempre 2 a 3 jogadores por este lado, mas também neste caso, com ajuda de Becas e Alex, as investidas foram quase sempre travadas. O Joane teve duas boas ocasiões: uma em que a bola fica à disposição do avançado num ressalto de bola que André Belinha limpou in extremis e outra em que o remate do seu jogador foi dificilmente defendido por Chico, que deu boa conta do recado na baliza, ajudando a selá-la até ao fim, e ajudando sobremaneira à vitória do Paços Brandão por 2-1.

Jantar convívio na Casa do Monte, em bom estilo para encerrar a terceira parte do jogo.

domingo, 22 de setembro de 2024

CD Paços Brandão (2) -Guisande (0)

Com esta vitória sobre o Guisande, o Paços Brandão elevou para três o número de vitórias consecutivas neste início de época, mantendo o registo 100% vitorioso.

Na primeira parte, os primeiros minutos foram divididos, pelas duas equipas mas progressivamente o Paços Brandão foi tomando conta do meio campo, fruto de algumas correções táticas que permitiram uma maior segurança na circulação da bola e mais volume ofensivo,  mas sem grande profundidade e sem grandes ocasiões de golo. Registo para apenas três remates em boa posição (Dani por duas vezes, e Guerra), mas todos eles não enquadrados com a baliza. Sem surpresa, o resultado ao intervalo era de 0-0.

A segunda parte foi diferente da primeira, com mais domínio brandoense, melhor controlo do ritmo de jogo, circulação mais rápida, com mais oportunidades e desta feita com golos. Na melhor jogada do encontro, uma triangulação bem conseguida pelo lado direito, Manecas cruzou para o desvio de Zé Américo, mas o guarda redes defendeu num primeiro momento para depois com grande infelicidade sua atrapalhar-se, e introduzir a bola na baliza, fazendo autogolo. Desbloqueado o marcador, o Paços Brandão soltou-se e conseguiu chegar ao segundo golo por João Norte, de cabeça após cruzamento de Dani. Até ao fim, Zé Américo de cabeça quase fazia o terceiro, mas o guarda redes defendeu o cabeceamento assim como a recarga de João Norte.

Vitória justa, segundo jogo com a baliza a zeros, só a lamentar a saída precoce de Carlos Gomes e Januário, mas confiando que não será nada de grave.

ESTÁDIO Dª ZULMIRA SÁ E SILVA

ESTÁDIO Dª ZULMIRA SÁ E SILVA